Bom dia, pra não dizer que não falei das flores, lhe faço a pergunta:
Será que não consigo mais escrever?
Não sei, sei que hoje é uma daquelas manhãs de flores sem cor, de fracasso, ótimas para digitar sem raciocinar, típicas.
Livia, 20 anos, estudante, estagiária.
Livia, aquela que estudou com a gente lembra? Soube que sumiu do convívio social.
Livia, só mais uma que a gente conheceu na augusta.
Aquela ali ta vendo? Vire depois da gordinha a esquerda e boa sorte!
Fico impressionada com a minha capacidade de mostrar SEMPRE a minha pior face a aquele com quem eu queria ser encantadora. É quase um dom. E os pontos de fuga? Sempre me fogem nessas horas.
Mas me explique, que sol é esse que brilha tanto? Hoje o tempo tinha que estar de mal humor, nubladinho, mas não, ele quis me provocar, todo aberto! De alegria efusiva para minha repressão matinal.
Nem sei mais que história vou inventar e vivê-la depois.
Senti foi inveja da liberdade, me questionando mais uma vez o porquê me rendi tão fácil a normalidade, é fui corrompida.
Até quando mais iremos escapar?
“vem vamos embora que esperar não é saber, quem sabe faz hora não espera acontecer”
On June 19 2011
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