THIS WINTER... There will be... *TUM* *VOOOSH* Ice Bean... *BANGBANGBANG* AND BLIZZARD...
http://www.youtube.com/watch?v=sDX1m0Y2Vkg
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No clima do Festival do Rio, vou falar sobre cinema, mas não apenas sobre cinema.
Eu gosto muito da minha aula de cinema, em grande parte por conta do professor, nos seus quase 80 anos, que a transforma em uma verdadeira aula de história.
Certa vez, ele contava sobre o filme "Intolerância". Explicou como foi o segundo longa-metragem da história dos EUA, feito por David Griffith após "O Nascimento de Uma Nação", o filme que fez Wall Street virar-se para Hollywood com olhos cheios de cifrões, ao melhor estilo Tio Patinhas.
O filme se passa em quatro atos:
A destruição da Babilônia em 500 A.C.;
A cruxificação de Cristo;
A Noite de São Bartolomeu no século XVI;
E a vida dos operários na Manhattan no início do século XX.
A premissa era salientar que a intolerância era algo atemporal.
Pra mim, contudo, a parte mais esclarecedora da aula foi ao contar que, na primeira exibição do filme, enquanto 90% do espectadores estavam confusos com todos aqueles planos novos e a história se desenvolvendo de quatro formas diferentes, uns 10% estavam completavamente catatônicos por presenciarem aquela nova linguagem. Tentando entender como aquilo mudaria o mundo.
Na hora me lembrei do filme "O Sorriso de Mona Lisa", com a adorável Julia Roberts que me lembra minha mãe. Nesse filme, há uma cena em que ela precisa convencer os manda-chuvas da instituição em que ela dá aula sobre como um carinha tosco meio popzinho lá na década de 40 chamado Picasso pode, sim, ser tão importante pra história da arte quanto Michelangelo.
E logo após isso, me lembrei de uma aula, desse mesmo professor de cinema, que explicou como a Capela Sistina, de Michelangelo, quase foi repintada INTEIRA pela forma em que portrava Deus, deitado, meio fanfarrão, muito próximo ao homem. Não foi considerada arte pelo Clero do século XVI, veja só.
E por quê?
Porque, assim como a intolerância, a resistência às novas artes é atemporal.
E com certeza, da mesma forma que nossos 10% de cinéfilos lá em 1916 entraram em catarse ao presenciar, em primeira mão, a arte do século XX, alguns de nós sentimos a mesma coisa ao jogar uma obra-prima.
É claro que jogos dificilmente, e eu acho que nunca, terão o alcance do cinema, a força de mudar o mundo (vide Zaptruder), de emocionar uma nação inteira (vide Potemkin) ou de ser propaganda político-ideológica (vide Riefenstahl). Mas até aí, nem o teatro, nem a pintura, talvez a fotografia.
E todos são arte por igual. Extremamente improváveis de serem apreciadas por pessoas sem sensibilidade.
A única diferença é que nossa sensibilidade é proporcional a nossa idade. Somos os maçons do novo milênio, e os grandes jogos são nosso aperto de mão triangular.
Essa arte é feita para nós, da geração Y, dos netos dos Baby-Boomers, dos nascidos na queda do muro, dos heróis de um mundo capitalista.
E intolerante.
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O bonequinho do Mupy me visitou novamente em sonho.
Falou algo como se eu só namorasse meninas com problemas com ex-namorados e ficasse amigo deles, como se um amigo meu só namorasse meninas que se exibem na webcam, outro só namorasse meninas de procedência duvidosa, outro só namorasse meninas mandonas com problemas de auto-estima, e um outro só namorasse meninas que outros amiguinhos já namoraram.
Não sei de onde ele tirou isso. Eu heim.
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Visitem www.istoerablog.blogspot.com.br :D
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Kaname, esse post é dedicado a você. Você é uma mãe pra mim <3 (desde dezembro de 2007 vide foto HAHAHA)
Ouvindo Blind Guardian - Valhalla e Enya - Caribbean Blue
On October 04 2010
2 Views
salsatheone
On 29/10/2010
Vai lá no post do WoW que tem coisa minha. E outra coisa, me passa depois teu real ID pra eu adicionar aqui.
black_tidal
On 04/10/2010
....eu ri do bonequinho de mupy.
De onde será q ele tirou isso? MOTHERFOCKER 8D
precisamos conversar man, seu batman d merda xp