Cada dia que passa eu entendo menos de como lidar com o outro em um relacionamento. Na verdade, tenho pra mim que é como a gangorra, uma hora desce e na outra sobe. Acho que é difícil mesmo de se entender o valor de uma briga, e que os danos podem parecer maiores que o aprendizado, porém, também sinto que isso varia de acordo com o nível de compreensão de cada indivíduo. Pra mim é lógico: Você tem que tropeçar, cair, levantar e reforçar, ou seja, assimilar seu passo e somente se for uma ANTA, cair novamente no mesmo espaço. A briga pra mim funciona assim, e eu preciso mesmo discutir sobre o porque de não estar sendo empurrado pra cima, ou de “castiguinho” la no alto da gangorra, para que depois eu reflita sobre o que aconteceu e não haja ninguém de castigo de novo. Porém, é uma ilusão achar que não haverá mais “castiguinhos” e o fato de você encarar isso de frente, torna você mais apto a estar em um relacionamento do que quem não suporta a briga, ou não consegue conduzi-la para uma compreensão do bem do casal. Cada um tem seus problemas e temos que saber doma-los de maneira sábia e com a ajuda do outro, afinal, se não não haveria sentido estar em um relacionamento. Briga, nada mais é que o choque de duas idéias ou atos ou idéias e atos, que não caminham para o mesmo lado, até ai normal, sabendo que nunca haverá um caminho absoluto. O meu maior problema é com o caminho do “talvez”, “tanto faz” ou “pode ser” se eu pudesse pegar essa trinca de expressões e queimar com óleo diesel, amigo, estaria cada dia mais feliz. Sim é sim, simples e direto, assim como não é não, as vezes frustrante, as vezes não. A merda é que talvez não é sim nem não, “tanto faz” e “pode ser” é um inferno, descaso, “é o tchan na bahia” e urina de gato, que fede pra caralho. Não acho que o ser-humano tem que saber tudo a toda hora, mas me incomodo com o fato de trazer essa insegurança para dentro do circo. O que você sente tem que ser certo, certíssimo e dardo, tem que ir no ponto sem pestanejar, gerando segurança emocional que gera o bem estar do casal. Na gangorra, é pretty nice quando sobe, quando desce é um problema, frio na barriga, má digestão. Quando sobe é sorriso, afeto verbal. Quando desce é uma busca extremamente chata de auto-controle. Reparem que na “Gangorra”, não é o thinking “dentro do relacionamento” - “Fora do relacionamento” e sim o “Segurança do relacionamento” - “Insegurança do relacionamento”, quando se está descendo então, automaticamente você já faz a merda toda, mas não porque você quer sair e sim porque é orgulhoso e não expõe a insegurança, dai você blefa que é no estilo poker: Se levar você sobe, se perder você sai.
Castelo Branco
On October 11 2011
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fresnogroup
Para admiradores da banda gaúcha, Fresno!
estebangroup
Fotolog dedicado a o baixista da banda fresno, Rodrigo ESTEBAN Tavares*-*