Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até cair pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar a gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Édem e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.
E descuidamos, cuidamos pouco de nós, dos outros.
Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosas.
Perdemos dias, as vezes anos, nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nos impede essa aproximação.
Não damos um beijo carinhoso porque não estamos acostumados com isso e não dizemos que gostemos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E o tempo passa.
E passa a noite e chega dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nos.
Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos o suficiente.
Cobramos.
Dos outros, da vida.
De nos mesmo.
E o tempo passa...
Mas ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, tempo para dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás.
O que passou passou, por isso se chama passado
Olhe para frente, viva o agora que é uma dádiva por isso se chama presente.
E todas estas flores ao redor da minha vida tem nome, Lúcia, Pedro, Gabriel, Julia, Evandro, Carol ..........
On May 27 2009
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evanwan
On 29/05/2009
malandro, acredito que esta sensação é uma das mais puras que nós podemos sentir: Completude
para escrever isso, ter consciência disto! Apenas tendo todos os seus cantos preenchidos (sem malícia :P). E como é bom isto não?
Um quebra costela maninho, e um beijo carinhoso :)
fabiane_3
On 28/05/2009
Ai meu, não se faz isso com as pessoas, escrever coisas bonitas assim xP
Hehehehe!
E é, pois é, deixamos de fazer e dizer tantas coisas... Ficamos presos a nós mesmos. Construimos uma caixa ao nosso redor e de tanto não fazer/dizer nada, a gente começa a ficar doidinho.
Quantas vezes não temos vontade de dizer "eu te amo" e não dizemos? Por medo, eu diria, de não se machucar. Mas nos machucamos por dentro de qualquer forma.
Aiai... Então tá, bjooo