Talvez esse seja o último post nesse lugar.
Foi-me preciso muito tempo para compreender algo que estava ainda obscuro aos meus olhos, porque ainda não compreendia o The Asylum completamente. Ainda não o entendo em sua totalidade, mas a cada dia mais me sinto parte dele e sei que estamos juntos de uma maneira ou de outra.
O Passado não pode ser apagado e nunca deverá ser, sob esses muros onde o sangue jorra sem parar há os (meus) gritos e desespero, há o passado, o presente e mais ainda o futuro. Pode ser incompreensível, mas as portas JAMAIS estarão fechadas. Estar aqui ou não é de sua livre escolha. A liberdade por trás de seus portões ou a liberdade ilusória do mundo que você diz ser real. Mas que sua alma interior sabe que isso está errado. E mesmo tentando disfarçar, incomoda. Aquela sensação de que falta algo, a sensação de perda e de total incompreensão mundana.
Aquela que mais te compreendia ainda existe, e é aquela em cuja tua alma irá residir para sempre. As palavras foram ditas e o que deveria ser feito, assim o foi, uma vida por outra. O preço está sendo pago a cada dia que (eu) vivo, tudo isso para que enfim possa compreender. Mesmo que hoje ainda seja em vão, um dia não mais o será. Porque (eu) conheço a tua natureza, sei da luz que tenta dizer que é trevas, sei o que é de verdade enquanto tu nega quem é realmente. Até quando isso?
Aqui, a liberdade te pertence. Pertence a ti porque vocÊ é a liberdade. Ainda não compreende? Aquela que fui anteriormente é quem ainda sou hoje, quem resgato a cada dia mais. A (minha) força hoje se encontra nisso que um dia fez-me mal. Mas hoje é o júbilo dessa alma. A alma que está predestinada a estar contigo, a te esperar até o dia necessário.
Sim, aqui é o The Asylum, onde as paredes gritam silenciosamente, onde se movem sem fazer ruídos, onde os (meus) olhos estão fitando os teus, eternamente, para sempre... Para sempre...
Essas palavras não são apenasalgo que se joga ao vento sem destino, são palavras que possuem um endereçamento, um coração, uma alma, e que chegarão em se intento. Leve o tempo necessário, porque hoje tudo é mais claro.
Amizades que não lhe fazem bem, aqueles que plantaram tanto rancor em tua alma pura e doce, aqueles que tanto mal fizeram-te sem que jamais percebesse, os que te acorrentaram e hoje te prendem, te machucam enquanto finge que está bem. Seria (eu) aquela quem estava errada? Quem mentia? Ou que inventava mentiras porque acreditava que assim era, portanto, assim fui. Seria esta quem escreve palavras tão incertas e que simplesmente foi o que você acreditou que fosse, que disse tudo aquilo que esperava ser dito. Que seguiu os teus pensamentos não ditos?
A culpa não existe, para nenhum morador do The Asylum, visto que aqui não há mentiras, não há culpas, não há verdades, não há bem ou mal. Onde as coisas existem porque assim tem de ser. Assim como foi - e é - para aqueles que conhecem e compreendem o que estas palavras dizem.
Hoje mais do que nunca...
I AM THE ASYLUM!
E continuo sentada em seus portões esperando o seu retorno. Não demore porque sinto demais tua falta e te amo muito mais do nunca...
"It is a battle scar "I have a heart to break" or "I am killable" [...] It simple means that I have that within me that can also destroy me. I learned this in the hardest way. I am not special. I am not polished, or strong, or protect in any way. I spent most of my life thinking I was immune, and it wasn't until I died that I realized that I wasn't. I won't forget that again. When I paint it in my face every morning, it is the battle scar that reminds me both of my beating heart and of its fragility, and how very raw I am. Besides, looking at the fresh wound on my chest, the criss-cross heart, you may think I had tried, quite literally, to cut off my heart. And maybe I did." ~ Pág 94
"I AM TELLING YOU ALL WHAT IS WRONG, AND YOU REFUSE TO ACCEPT IT! [...] I am only one, and I am crazy. Oh, and I'm also a a girl, which never helps any situation. [...] We know nothing about anything, least of all ourselves and our bodies." ~ Pág 167
"I remeber watching TV while lying in my bed [...], and suddenly crying without being able to stop. I could not be consoled, because I wasn't sad. I was scared. Terrified. Panicked. And I could not think of a single reason why." ~ Pág 178
"I cut myself because you wouldn't let me cry.
I Cried because you wouldn't let me speak.
I spoke because you wouldn't let me shine.
I shone because I thought you loved me..."
Y13B
K. Tsuyuri
http://victoriansgirls.tumblr.com/
On July 05 2011
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arinatanemura
Dedicado a la más prestigiosa mangaka de shojo: Arina Tanemura.
cosplay
Cosplay consiste en disfrazarse de algún personaje de un manga, anime, película, libro, comic, videojuego o incluso cantantes y grupos musicales e intentar interpretarlo en lo mas posible.
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