manu_negra
On 28/04/2009
sem vingar a morte pelos cigarros
na salgação dessas águas
existe uma cantante sereia
a vasculhar nas ondas o fúnebre silêncio
guardo em pulmões de aço meu ararefeito
perturbado no céu pelos traços
com as cores do azul marinho
no choro da chuva que molha o sentimento
amante drameia imagem
neste lugar que coita
sou sujeito dado à lunáticas vozes
meu nomescrito é umistério
na noite que deita o diacordado por AURURA
sapeio qual sapo
em extinção pelos homens
durmo num epitáfio
na solitária cidade
atrás das reticências