O que mais posso fazer, além de prestar reverência a esse doce pedaço de Fernando Pessoa?
Conheço alguns Caeiros por aí. E eles são assim, não fazem poesia, não se pegam a tentar decifrar a vida, a terra e o que há dentro de si.
Eles apenas guardam rebanhos, olham para o céu se perguntando se vai chover, levantam cedo todos os dias, e nas horas de folga querem pegar a estrada, olhar os pássaros, inventar algo com as mãos.
Te amo, pai.
On August 27 2011
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