Segundo todos os inquéritos difundidos até o momento, no dia 1 de Março nom está em causa a continuidade do pacto entre o PSOE e o BNG como fórmula de governo à frente da Junta da Galiza. Todo indica que o PP terá que continuar na oposiçom, com as suas políticas cada vez mais extremistas como força espanholista e direitista.
A confirmaçom dessas tendências convida o eleitorado galego mais de esquerda e nacionalista a questionar a entrega acrítica do mal chamado voto útil a forças como o PSOE e o BNG. A experiência destes quatro anos constatou o que NÓS-Unidade Popular adiantou em 2005: o continuísmo nas políticas fundamentais de tipo económico, social e lingüístico-cultural das aplicadas durante tantos anos por Manuel Fraga.
Se as políticas do PSOE eram já conhecidas, no caso do BNG, a distáncia entre o que historicamente representou como força rupturista e autodeterminista, e o que hoje representa como réplica das outras duas forças parlamentares, obriga a que a classe trabalhadora deixe de entregar um cheque em branco a um BNG que já só aspira à gestom das mesmas políticas neoliberais e regionalistas de sempre.
É o momento de que as urnas reflictam o surgimento de umha alternativa verdadeiramente de esquerda, anticapitalista e independentista, que retome a luita histórica por umha Galiza soberana formada por mulheres e homens livres.
Essa é a aposta que NÓS-Unidade Popular representa, com medidas claras pola construçom nacional e social da Galiza:
Frente à crise capitalista: garantia do controlo público dos principais sectores da economia (energético, financeiro, industrial) e dos principais serviços, que terám carácter universal (saúde, educaçom, assistência social, pensons, acesso à vivenda). Fortes cargas fiscais às grandes rendas para financiar os serviços sociais à maioria social menos favorecida polo sistema.
Frente ao autonomismo e a espanholizaçom: reivindicaçom do exercício efectivo do direito de autodeterminaçom, reorientaçom da política lingüística em direçcom à oficialidade exclusiva do galego e reconhecimento da unidade lingüística galego-portuguesa. Cultura popular de base com protagonismo da sociedade civil autoorganizada, frente ao elitismo actual. Selecçons desportivas próprias em competiçons oficiais de carácter internacional.
Frente ao patriarcado e a violência machista: combate à discriminaçom laboral e salarial das mulheres, perseguiçom estrita da publicidade e dos conteúdos discriminatórios que reduzem a mulher a objecto e propiciam as práticas violentas de que continua a ser vítima.
NÓS-Unidade Popular compromete-se a levar ao Parlamento, como primeira medida, a anulaçom dos privilégios salarias e fiscais da casta política: a anulaçom do plus dos 15.000 euros e a democratizaçom do sistema mediante o incentivo da participaçom e o controlo directo do povo, facilitando medidas como as Iniciativas Legislativas Populares e a perseguiçom das actividades corruptas que na actualidade já envolvem as três forças com representaçom no parlamento autónomo.
Nom mais cheques em branco a quem nos pede o voto e governa para os de sempre.
Por umha política ao serviço da maioria social,
GZ pola independência
Vota NÓS-Unidade Popular
On February 28 2009
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laurinhaa_00
On 10/03/2009
ese periódico (ou o que sexa xD) téñoo eu!! jaja
veña un bico juapo, bótaseche de menos!
castanhazo
Images, reflexons, anedotas, e todo o que vocês quisserem sobre do festival Castanhaço-rock