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Existência.

Os 5 pilares sustentam a estabilidade do ser, em sua forma mais funcional. Não apenas existir nesse universo semi infinito de possibilidades, mas estar aqui momentaneamente nessa forma do jeito melhor possível. Esse jeito é o modus operandi que tem como linha guia o sistema de crença. Tal sistema é, por exemplo, formado (entre outros funcionamentos) de estruturas lógicas de equalização dos 3 processadores existenciais. Cérebro, “coração”, e o meta físico X. As estruturas já definidas dessa linha guia que é também o aparato de influencia maior sobre o senso de direção (navegação da realidade), são uma pequena fração do todo, que se encontra aos meus olhos ainda embaçados digamos. As ações tomadas após passar pela análise dos 3 equalizadores ou equalização completa, são feitas no campo do extra microverso e geram re-ações. Esses atos e suas conseqüências constroem fisicamente, em primeiro plano, a estrada por onde o ser se locomove e compreende um mapa volátil. Nesse mapa estão inseridos relações com outros seres (em todos âmbitos e níveis), objetos (“próprios” ou não), e conjuntos de relações (objetos + seres) que por si formam coisas maiores. Essa estrada passa por esse mapa e gera interações que podem em síntese: manter o ser como é (irrelevante), danificar parcialmente o ser ou melhorar o ser. A não relevância de uma interação só existe na não percepção de tal relevância, mas posteriormente gerará uma das 2 outras possibilidades. Se danificar de alguma forma o ser, a ponto de não o destruir, esforços serão feitos para o reparo ou retomada do recurso perdido, também sendo registrado na memória como foi feito e possíveis defesas contra uma próxima ameaça igual ou parecida, conseqüentemente melhorando o ser. Se a interação for de melhoria, algum setor é atualizado para uma versão mais funcional, que também não impede a possibilidade de ser danificado posteriormente. Esse jeito melhor possível de existir em locomoção ao objetivo maior, é regido por um período de tempo de vida incógnito inserido numa faixa restrita baseada na estatística comum aos seres humanos. Também num campo espacial. O ser, que inevitavelmente faz upgrades forçados naturalmente em suas ferramentas, as usa até o final de sua vida seja onde estiver e quanto tempo viver (não desconsiderando ferramentas que se desgastam durante o envelhecimento). Ao final da vida dele, ou até o momento final, somente ele poderá analisar se foi bem sucedido nesse processo de operar, otimizar e locomover. A analise feita por meios qualitativos e quantitativos é comparada aos valores (seja qual for a escala ou padrão de comparação) objetivados. Os objetivos mudam durante a vida e isso complica tanto a analise ao ponto de não ter como julgar em precisão se foi ou não sucedido, e também pelo conceito de o que é ser bem sucedido ou não. Daí no final dessa equação o que se pode tomar como resultado é se em cada etapa você concretizou esse objetivo (levando em conta se o objetivo era legitimamente aquilo mesmo) e se você viveu cada momento da forma melhor possível. Não importa qual seja o caminho, qual estilo de operação e também qual o nível de complexidade que essa linha guia teve, mas sim quantos pontos você acha que marcou no final e se a soma gerou uma frase: “É, eu fiz tudo que eu podia e não mudaria nada se pudesse”. Ou: “Fiz quase tudo, e mesmo que pudesse mudar algo que fiz tanto faz, pois o fiz no momento tomando escolhas baseadas no que era julgado por mim melhor e ainda assumi as conseqüências ou frutos de tais ações, gerando em mim uma satisfação e uma certa estabilidade do sistema ao ponto de em momento algum o próprio sistema ter um crash e parar de fazer completo sentido. Mesmo em duvidas ou em pane o sistema continuou, posteriormente também reparando defeitos”. A negação do ser é o caminho menos funcional de existir se a escolha for existir, e o abraçar da existência é o jeito mais funcional de se continuar vivo. De outra forma é apenas a mais simples escolha evitar a vida e se matar, poupando esforços inúteis de seu sistema obrigatoriamente te levar a fazer o que ele é feito para (ou naturalmente faz), isto é existir.




On June 02 2009 1 Views



Avatar rafaeladdiction

rafaeladdiction On 03/06/2009

Muito loco mesmo, irado.


Avatar faulenzenn

faulenzenn On 02/06/2009

esse lance de pinhole é mó viagem...atlas fota fanstasmaGOREca


Avatar silicio

silicio On 02/06/2009

tem um espirito na foto!
pinhole é muito dificil!


Avatar g_wendling

g_wendling On 02/06/2009

"Specific animals associated with stampede behaviour are cattle, elephants, Blue Wildebeests, wild horses and humans."


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g_wendling On 02/06/2009

Foto minha. Pinhole. Sem alterações.




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g_wendling

male - 27/04/2012 (0 years old)
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