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Someday, somehow I'm gonna make it all right but not right now

Só Deus sabe o quanto foi difícil fazer esse post. Ainda esses eu dei uma olhadinha rápida aqui e vi a quanto tempo eu não postava e achei que nunca mais precisaria. Precisar é admitir uma derrota. Eu nem tenho coragem de ler as postagens antigas, eu não sinto mais como se aqui fosse o lugar seguro. Mas também não sei qual é. Talvez não exista. Mas tem tanta coisa doendo. Esse passado querendo vir a tona e esse pânico de reviver. Essa vergonha absurda e esse nojo surreal por todos esses anos e seja lá quem foi a pessoa que destinei maior parte de todos os meus textos já escritos em todos os cantos dessa internet. Que soco no estômago voltar pra cá. Principalmente porque no momento a dor tem outro nome, sobrenome e um cabelo ridículo. E me disseram que admitir pra mim mesma ia fazer o sentimento diminuir. Então me expliquem essa falta agonizante, essa saudade, essa vontade de voltar. Essa insistência de olhar pro celular de dois em dois segundos com uma esperança cortante. Essa necessidade de escrever sobre. Escrever é por ponto final. Depois é nunca. E meu orgulho é grande o bastante pra nós dois. Mas o seu também é. Não sei mais. Medo. Medo. Medo. Só queria parar.

Come back, come back, come back to me like you would, you would if this was a movie. Stand in the rain outside 'till I came out. Come back, come back, come back to me like you could, you could if you just said you're sorry. I know that we could work it out somehow.




On April 22 2015 at United States 80 Views






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