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Nanofotônica

É, quando eu falo que o bagulho é high end aqui dentro, é porque é.
Detalhe, a Intel deveria ter descoberto isso antes da IBM, ao menos era esperado...
Think! ;)

IBM combina luz e elétrons para quebrar recorde de velocidade de processamento.
Em 10 anos, processadores que combinam pulsos elétricos e luminosos poderão ser mil vezes mais rápidos do que os atuais.

As supermáquinas anunciadas alguns dias atrás como as mais rápidas do mundo conseguiam processar informações a impressionantes 2,57 petaflops, ou mais de 2 mil trilhões de operações por segundo.

Pesquisadores da IBM conseguiram avançar na direção da próxima escala a ser quebrada e fizeram uma descoberta inovadora ao usar pulsos de luz para acelerar a transferência de dados entre chips, uma técnica que vai elevar à casa do milhão de trilhão de cálculos, exaflops, o desempenho dos supercomputadores.

Atualmente os microprocessadores usam pulsos elétricos para o processamento de dados. A nova tecnologia, chamada de Nanofotônica Integrada ao Silício CMOS, combina módulos ópticos e elétricos em uma única pastilha de silício. Isso permite que os sinais elétricos criados em nível de transistor sejam convertidos em pulsos de luz, o que permite que os chips se comuniquem a velocidades maiores, explicou o cientista pesquisador de fotônica em silício da IBM, Will Green. “Em um sistema de escala exa, as interconexões precisam ser capazes de entregar dados pela rede ao ritmo de exabytes por segundo”, comenta Green. “Este é um marco importante para projetistas de sistemas que buscam construir sistemas desse tipo dentro de dez anos.”

A tecnologia visa substituir as trilhas de cobre popularmente utilizadas hoje para transferência de dados entre chips. Soluções óticas podem ser mais rápidas para distâncias que variam de centímetros a algumas milhas, e consome menos energia. A IBM espera um dia usar a tecnologia óptica para comunicações entre transistores dentro dos chips. “Há planos para o nível do chip, mas não é o que estamos demonstrando hoje”, explicou Green.

O anúncio de nanofotônica da IBM é resultado de uma década de trabalho nessa área em vários de seus laboratórios ao redor do mundo. Além da computação de alto desempenho, a empresa imagina que a tecnologia possa ser usada em outras áreas, como a de redes.

“A beleza da coisa é que nós temos uma plataforma que pode ser aplicada em muitos e diferentes lugares ao mesmo tempo”, concluiu Will Green.

[]'s and Baci "aLL"
SeeYa!




On December 21 2010 12 Views





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