Holanda
Um conto que eu acabei de fazer:
Já se passara das 7 da manhã em Londres, aquele não era um dia comum, visto que, o despertador tocou duas horas mais tarde. Louise, uma adulta de 30 anos, com olhos e pele claros, levantou seu corpo de um pouco mais de um metro e sessenta de altura da cama, pois estava atrasada para sua caminhada matinal.
\t- Put the bread and the coffee on the fire! gritava para Marcelle, sua filha, esquecendo, que a esse horário sua filha já estaria assistindo aula.
\tArrumou-se rapidamente e partiu em direção ao Hyde Park com seus fones do iPod que lhe custou tardes de trabalho, percorreu o longo caminho de sempre, chegando em casa exausta. Abriu a porta de casa como se estivesse avistando aquele copo de água que tanto a atraía, e então, atravessou a sala de jantar em direção à cozinha enquanto sua filha já estava almoçando.
\t- Hi Mom! Disse Marcelle, sem suspeitas de respostas.
\tLouise havia se tornado fria, havia construído um costume, antes de sair de casa para o trabalho, onde só voltaria após o anoitecer, escrevia em pedaçinhos amarelos de papel alguns recadinhos para Marcelle, os quais ela pôs na geladeira antes de pegar a chave de seu carro no seu armário.
\tJá era tarde, Marcelle havia dormido a tarde inteira sem ao menos se dar conta, caminhou até a geladeira e se deparou com o bilhete que sua mãe havia deixado no inicio da tarde daquele mesmo dia: Marcelle, Today, I dont want that you make anything, so, if you can dont do nothing wrong..., decidida, foi até o seu armário e pegou uma das folhinhas amarelas que ela guardou escritas por sua mãe, escreveu no verso, beijou-a e prendeu na geladeira.
\tLouise estava terminando de redigir o seu último boleto, para então, se dirigir a sua casa, idéias absurdas atormentavam sua cabeça, e sua consciência se mantinha pesada. Não conseguia imaginar o quão monstra se apresentava para... Sua filha! Nada parecia tão ridículo e tão insensato, pois, pelos 16 anos que convivia com sua filha sabia que ela a entenderia e estaria de braços abertos a esperando em sua casa, afinal de contas, foram quatro anos de pura sobrecarga de estresse.
\tTerminou o seu último boleto e seguiu o caminho para sua casa. Chegou antes das oito, o que quase nunca acontecia. Pegou sua chave, entrou em casa e saiu correndo para o quarto da filha, até que, viu que luz da cozinha que se encontrava ligada e entrou para poder apagá-la, ao virar-se, viu um bilhete amarelo que vinha com os seguintes escritos: I cant live without love, I miss the older Louise, já em estado de choque e com um forte choro acompanhado de soluços, correu desesperadamente para o quarto de sua filha, onde, não a encontrou mais viva...
On July 25 2007
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simplyxxsoap
On 12/09/2008
HOLA digo_lisboa!
Buen FOTOLOGŽ ; cuidate mucho *______*
te puse en ff agrega y avisame para no sacarte .
minerodrigues
On 19/10/2007
como assim eu não tonha você nos meus favoriiitos? :OOO
tô morrrta de saudade :**
luavell
On 16/10/2007
de longe eu achei que fosse uma guitarra.
¬¬" eei, legaal seu conto! hahahahashuaisa. xD
iazinha_santos
On 31/07/2007
roooo to com um fotolog tbmm
'nem sabia que vc tinhaa
a fto ta lindaaaa
saudades da viagem
muitaaaaaaa saudades de vccccccc
vc naum tem nem noção bjaummmmm
te adroooo muitoooo
maria (gêmea de mariana)uahuahau
beatriziuane
On 27/07/2007
Que lindo!
Que triste.
Já disse que você escreve muito bem?
Seu eu-lírico, ou seja lá como chama seu estado de inspiração, é muito bonito.
Não, não tava indo pra uma festa. Tava chegando do colégio e resolvi tirar foto xD
Beeijin
jeuzinha_g
On 25/07/2007
nossa O.o'
Coitada da Louise!
Acheei interessante.
Lindo na foto!
te amoo paixãão! (L)
mendie
On 25/07/2007
doida de pedra?
só porque eu gosto dos meus bichinhos de pelúcia? O:
você precisa rever seus conceitos, han u.u hauehaue
e bom, quanto ao conto, umas partes ficarem meio confusas, mas deu pra entender. :D E eu gostei, mas coitada da Louise. |: Tomara que eu não me torne uma Louise da vida, o que eu acho difícil, mas nunca se sabe, né?
beijos