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voando como um avião sem fronteiras
nem um bravo oceano consegue mover a ancora do nosso navio
a imensa profundeza o faz distante de mais do próprio alcanse
a turbulencia trás o desespero da chama que pode se apagar
nenhuma estrela brilha com o coração partido
dormindo em discussão com a sobriedade e acordando no pais das maravilhas
o tempo passa devagar desde que se foi
cheio de superação interna e cheio de vida
cheio de tempo, cheio de asas prontas para voar nas alturas e começar um furacão
a sinceridade trás o brilho no olhar, mesmo sem o brilho das estrelas
a chance de continuar, independendo das batidas no peito
continuar atrás de valores que nada me fará desistir
desculpa amigo, se você não lembra segunda volta a rotina e a gente se encontra na sarjeta
eu quebraria garrafas, andaria sobre o vidro e sobre a agua
mas eu não voltaria atrás da minha consciencia
as chances acabarram, e eu não voltaria atrás por você
[...]
On January 31 2011
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