Numa das suas viagens pelo denso e grandioso meio interestelar, Mario repara num local para onde se parece dirigir a maioria do meio que o rodeia. No entanto, esse local parece-lhe vazio. Descontente com a situação, decide investigar.
Antes que se pudesse aperceber do que realmente tinha acontecido, Mario deu por si preso num campo gravítico intenso. Lutando com todas as suas forças para se escapar à força exercida pelo Buraco Negro supermassivo, Mario grita desesperadamente por Peach, o seu grande amor platónico. Sim, platónico, na verdade a Peach é lésbica. Ah, e quer papar a Daisy, mas isso é outra história.
De volta ao importante, Mario pede a Deus (ou Alá, ou Buddha, ou outra figura religiosa qualquer, não sei em que religião se apoia o nosso amigo canalizador) que o salve de tal majestoso objecto. É pena que a religião pouco ou nada tenha a ver com a criação e evolução do Universo, pois assim talvez Mario tivesse tido mais uma oportunidade; Deus ainda não rege as leis da Física. A elevada massa do Buraco Negro cria uma distorção no espaço-tempo à medida que Mario se aproxima do horizonte de acontecimentos deste objecto. Se Mario atravessar este horizonte, não terá maneira de voltar para traz. Mario não o sente, mas a dilatação do espaço-tempo faz com que o tempo passe mais lentamente, tão lentamente que Peach já terá morrido quando este finalmente entrar no buraco negro.
Aproximadamente 450 000 000 anos (ou alguns minutos no caso do tempo que Mario percepcionou) depois, Mario entra finalmente no Buraco Negro. Neste local existe um ponto onde a curvatura do espaço-tempo é infinita, onde existe uma singularidade gravitacional: o centro do buraco negro. Mario procura-o, tendo a esperança que nessa singularidade exista uma maneira ainda desconhecida de contrariar a força exercida pelo Buraco Negro. Mario encontra-a, a densidade de massa neste ponto tende a infinita e Mario é lançado por uma força desconhecida para um local ainda inexplorado, tendo agora que caminhar "por mares nunca dantes navegados", como diria esse célebre cantor Português, Luís Vaz de Camões.
Mario chega a outro Universo, na verdade o buraco negro que atravessou era apenas um dos lados de um wormhole, uma espécie de túnel do espaço-tempo que liga dois universos distintos, inobserváveis simultaneamente. Mario encontra-se no centro da Galáxia Feltus Luxetta, na saída do já referido wormhole, uma estrutura em forma de olho humano com um brilho roxo peculiar.
Esta estrutura é tipicamente chamada de Buraco Branco (por analogia ao Buraco Negro), pois expele grandes quantidades de energia e radiação, não absorvendo nenhuma. A grande densidade de radiação e energia neste local levou à formação de estruturas desconhecidas à sua volta. São compostas apenas por luz, mas ganharam massa, sendo possível caminhar sobre a luz, literalmente.
Mario pode agora aventurar-se por esta galáxia de luz e tentar encontrar um caminho de volta para casa, se bem que poderá ter uma grande surpresa temporal, caso regresse.
A sua viagem inicia-se numa espiral de luz branca para onde foi catapultado à saída do Buraco Branco. Neste local, a gravidade é apenas estável num eixo que passa pelo centro dos vários anéis da espiral. É um local onde deverá prosseguir com cautela, pois o mínimo desvio do curso correcto poderá fazê-lo tombar para o inóspito e desconhecido.
Chegado ao final da espiral, Mario encontra uma nuvem de gazes tóxicos que emite uma luz verde. A luz neste local não tem a solidez da anterior, sendo que neste local a superfície é extremamente viscosa e pegajosa, como se de lodo se tratasse. Para piorar a situação, Mario é ainda confrontado com jactos do gás referido anteriormente que são lançados em direcções aleatórias e sem qualquer aviso.
Após a rigorosa luta pela sobrevivência descrita anteriormente, Mario terá agora uma viagem mais estável pela galáxia. Num turbilhão de raios de luz, similares a estrelas cadentes, este pequeno viajante do espaço terá apenas que pular de raio em raio, tendo a cautela de não cegar devido a um qualquer pedaço de luz fora de órbita.
Diante de si está agora um aglomerado vermelho, semelhante a um labirinto incandescente. Mario terá agora que optar pelo caminho correcto, caso queira continuar a sua viagem. Este local esconde ainda alguns perigos, incluindo fossos, buracos gravíticos e uma espécie de vida microscópica que tende a iludir os visitantes e levá-los para o caminho errado.
Bem, suponhamos que Mario consegue sair deste labiríntico espaço, sendo então catapultado por um buraco gravítico para a zona mais azulada da galáxia. Aqui encontra-se um terno de corpos numa associação graviticamente instável e com um momento angular conjunto bastante forte. O nosso herói terá que contrariar as forças instáveis sem que se dê um colapso gravitacional destes corpos (o que causaria algo semelhante a uma supernova, possivelmente). Para complicar a situação, a luz neste local é escorreg
On June 14 2010
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soirepower
On 17/06/2010
FIRMAS 1,10,20,30,40,50,60,70,80,90,100,110,120,130,140,150,160,170,180,190,200
SE LLEVAN G.O.L.D Y ZINGS ASI QUE NO TE LO PODES PERDER TE ESPERO HOY A LAS 20:00HS !
iam_luqazz
On 14/06/2010
me ayudas con 4 firmitas porfavor
em si me agregas a tus effs decime para agregarte
chrnopt
On 14/06/2010
Mas, ao que parece, esteve desaparecido durante 9 dias. Mario questiona-se sobre se teria realmente passado 9 dias naquela estranha galáxia. Conta, então, a sua aventura a Rosalina, sua amiga e entendida nos assuntos da Astronomia e Física, com esperanças de entender o porquê da diferença temporal de que se apercebera.
Rosalina não acredita nas palavras de Mario. A sua viagem tinha acabado de provar a teoria Emit fo Worra de Sean Carroll: existem outros Universos e o tempo é simétrico a grande escala! Por miúdos, o nosso Universo não está sozinho e a seta do tempo que percepcionamos não é obrigatoriamente igual nos Universos vizinhos, no Universo visitado por Mario, onde se encontra a Galáxia Feltus Luxetta, o tempo flui em sentido contrário. A prova estava no regresso de Mario, os milhares de milhões de anos necessários para chegar ao centro de um Buraco Negro tinham sido como que anulados na viagem de regresso!
Mario e Rosalina são condecorados com o Prémio Nobel da Física, mas Mario não pára aqui. Agora terá que partir outra vez para o espaço, para continuar a sua própria missão: encontrar a sua amada, Peach. Isto, assumindo que Mario não descobre a relação que Peach e Daisy mantêm em segredo, obviamente.
chrnopt
On 14/06/2010
Para complicar a situação, a luz neste local é escorregadia, o que faz com que a movimentação se torne particularmente difícil. Conseguindo atravessar este local, Mario chega a uma espécie de escorrega de luz azul, que parece fluir até uma zona com um brilho semelhante ao do Buraco Branco de onde escapou. Poderá ser esta a sua porta de regresso para o seu Universo?
O canalizador aterra numa espécie de manto roxo com zonas de luz mais densa onde este se quebra, como se fossem articulações. No centro, existe uma grande concentração de luz numa forma semelhante à da Lua do planeta Terra quando se encontra na fase de Quarto Minguante. Repentinamente, essa zona central começa a mexer-se bruscamente, assim como os mantos de luz à sua volta, onde Mario se encontra. Após uma intensa luta entre este gigante roxo e um pequeno canalizador, este último acaba por vencer, tendo a possibilidade de assistir a um belo espectáculo de luz aquando do colapso gravitacional e explosão do gigante roxo.
A massa desta criatura é elevada o suficiente para que a sua explosão crie um pequeno Buraco Negro no local. Mario, como está extremamente próximo do local, é imediatamente sugado pelo objecto que se formou ali. Assim, Mario passa por um processo semelhante ao anterior: dilatação do tempo, mudança da curvatura do espaço-tempo no centro do Buraco Negro e aumento infinito da densidade da massa. Nisto, passam outros tantos 450 000 000 anos. Mario retorna a casa após uma cansativa aventura. Mas, ao