Sinto a sua falta no menor fio de cabelo até no mais profundo da alma. Sinto a sua falta nas noites de sábado e aos feriados. Sinto a sua falta vinte e quatro horas por dia, sete dias à semana.
Sinto a sua falta nas horas vagas e nas mais ocupadas. Sinto a sua falta nas longas caminhadas.
Sinto a sua falta no abraço alheio. Sinto a sua falta nas palavras ditas e caladas. Sinto a sua falta no vazio após cada eu te amo. Sinto a sua falta na música e na poesia. Sinto a sua falta na tristeza e na alegria.
Sinto a sua falta em cada eterno minuto. Sinto a sua falta no olhar. Sinto a sua falta em cada sorriso.
Sinto a sua falta quando respiro... E eu não posso viver sem respirar.
On November 19 2007
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anysweeter
On 23/11/2007
Segundo o Márquez Gabriel: todos os escritores só escrevem sobre um mesmo tema, o dele é a saudade. Em todos os seus lindos livros é a mesma coisa, saudade e suas variadas formas. Do modo que ele escreveu e ainda escreve cria em seus contos e crônicas uma forma bonita e gostosa de saudade.
Mas a mesma pode ser amaldiçoada, pode ser maldita, ferir e nos amputar muita coisa. Com este tipo de saudade, maldizemos o amor, o romance, a sensibilidade, os pesados e a dureza que é amar...
No caso do texto acima, não sei ao certo, não o conheço. Mas creio que tenha sido uma saudade bendita.
Lindo o texto, parabéns.