Avatar ansat527

Hurt.

"You're tellin' lies, so don't you criticize
Yeah I got used, all messed up and abused
You let me down, with all your runnin' round
Still you pretend and try to call me friend

Don't say a word, I know just what I heard
Yeah you've been loose, you just go no excuse
Just feel my rage, why can't you come of age?

I felt it all, just like a cannonball
"


Curiosamente, a ouvir esta música a voltar para Lisboa hoje de manhã, reparei como se adapta bastante bem à situação.

Portanto. Por onde começar?

Começaste com isto na terça. Eu fiquei bastante mal, magoaste-me imenso, apenas a dizer que eu só tinha feito erros. Depois, ainda foste distorcer os factos quando falas com os meus amigos que estavam a tentar ver se isto não acabava mal, sem contar com as mentiras. Mesmo assim, continuo é a pensar em como vou fazer tudo que consiga para resolver isto, pois acreditava nas falsas esperanças que disseste que tinhas.

Depois, queres falar comigo, porque, mesmo depois de já teres acabado tudo, querias falar cara a cara. Eu vou, sabendo perfeitamente que só ia sair magoado disto tudo, mas mesmo assim, escolhi ir, pois acreditava que era algo que tinha de fazer para provar que ia mudar para resolver isto tudo. No entanto, chego a Coimbra, e apanho com tu a queixares-te que não podes andar um bocado para falares comigo, porque tinhas de estar com os teus amigos do Porto, e até disseste que não querias falar comigo, depois de teres dito que querias.

Eu, sempre na minha de tentar ser optimístico, para resolver tudo, lá vou até ao Kanpai para poder falar contigo. Depois de esperar não sei quanto tempo, lá apareces, e vamos "falar". Falamos, em que os outros se apercebem que na realidade, esticaste a verdade ao ponto da estupidez, sem tu entenderes que eu fiz uns miseros erros humanos, enquanto que tu, foste incapaz de fazer algo por causa deles, porque não consegues dizer não, ou falar, ou expor as emoções relacionadas a eles. Ninguém é adivinho, ninguém iria alguma vez descubrir por si próprio o que tu estavas a pensar.

Depois disto, ainda te pedem para pensares calmamente no futuro, e depois dizeres algo, se poderia existir algo, e se não poderia existir nada, que dissesses logo, para evitar mais dor e sofrimento no futuro. Tu, a concordar, enquanto vais embora, a considerares-te minha amiga, mas deixas-me a sofrer, e vais-te embora, e ainda dizes a uma amiga minha, que consideravas impossível existir algo, quando te tinham pedido para falares logo, em vez de adiares.


O mais espantoso nisto tudo, é tu acreditares que não fizeste nada de errado. Ou se acreditas, não assumes. Deixas isto chegar a este ponto, a deixares uma pessoa que consideras amigo, extremamente magoada. A deixares que tu própria te venhas a magoar com isto tudo, quando entenderes os erros que fizeste, e o que perdeste por seres incapaz de falar durante 10 minutos sobre algo que achaste que não gostavas.


Fizeste porcaria. Um dia, voltaste atrás. Nesse dia, eu estava lá.
Voltaste a fazer porcaria. Noutro dia, voltaste atrás, nesse dia. eu também estava lá.

Fizeste porcaria outra vez. Um dia no futuro, vais querer voltar atrás. Mas sabes que mais? Nesse dia eu não vou estar lá.




On September 19 2010 26 Views






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