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Assunto sério!

Amigos,

Hoje estamos aqui p/ tratar de um assunto realmente sério, que costuma tirar o sono de todos os dedicados à causa animal. Muitas pessoas não entendem o porquê de os protetores se preocuparem tanto no momento de uma adoção, “investigando” a vida dos supostos adotantes, fazendo perguntas, alertando p/ a necessidade de cuidados etc. É que, principalmente qd se trata de filhotes, todo cuidado é pouco. Como a grande maioria dos resgatados são tirados da rua, eles normalmente vem com vermes ou outras doenças, algumas até passadas da mãe durante a gestação. Por se tratar de um ser extremamente frágil, um sintoma aparentemente comum ou passageiro, como uma diarréia ou um desânimo, pode, em questão de dias, levar o bichinho ao óbito ou mesmo camuflar uma doença bem mais séria. Foi o que ocorreu com esses 2 lindos bebês da foto, filhotinhos de Malu, diagnosticados com doença do carrapato, provavelmente adquirida durante a gestação. Os outros 3 filhotes estão bem, como puderam ver em posts anteriores, porém essas pobres cristuras não receberam os cuidados que necessitavam a tempo e, infelizmente, não sobreviveram. Os sintomas dessa doença são os seguintes, de acordo com o site http://www.aunimal.hpg.ig.com.br/erliquiose.htm :

“Os sinais clínicos podem ser divididos em três fases: aguda (início da infecção), subclínica (geralmente assintomática) e crônica (nas infecções persistentes). Nas áreas endêmicas, observa-se freqüentemente a fase aguda da doença caracterizada por: febre (39,5 - 41,5 oC), perda de apetite e de peso, fraqueza muscular. Menos freqüentemente observam-se secreção nasal, perda total do apetite, depressão, sangramentos pela pele, nariz e urina, vômitos, dificuldade respiratória ou ainda edema nos membros. Este estágio pode perdurar por até 4 semanas e, ocasionalmente pode não ser percebido pelo proprietário. A fase subclínica é geralmente assintomática, podendo ocorrer algumas complicações tais como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas. Caso o sistema imune do animal não seja capaz de eliminar a bactéria, o animal poderá desenvolver a fase crônica da doença. Nesta fase, a doença assume as características de uma doença auto imune, com o comprometimento do sistema imunológico. Geralmente o animal apresenta os mesmos sinais da fase aguda, porém atenuados, e com a presença de infecções secundárias tais como pneumonias, diarréias, problemas de pele dentre outras. O animal pode também apresentar sangramentos crônicos devido ao baixo número de plaquetas (células responsáveis pela coagulação do sangue), ou cansaço e apatia devidos à anemia”.

Gente, a esmagadora maioria das doenças, para não dizer todas, tem cura, desde que diagnosticada o mais cedo possível. Além do mais, toda doença tem sua prevenção. Assim, cuidem dos seus bichinhos como cuidariam de vocês próprios ou de qualquer outro ser vivo. NÃO ESPEREM UMA DOENÇA EVOLUIR! NO PRIMEIRO SINAL, CORRAM PRO VETERINÁRIO DE CONFIANÇA.

A fim de que tenham uma idéia do sofrimento a que os protetores são submetidos qd algo “sai fora do esperado”, segue o relato do nosso anjo Carol, contando a história de um desses lindinhos da foto. Por questões de espaço, colocarei o relato nos recados, ok? Leiam, por favor!

Reflitam, pessoal, e uma ótima semana para todos!

Priscila e GRUPO AMOR DE BICHO





On November 26 2009 6 Views



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dlog_do_stitch On 01/12/2009

Tia Pri
estou tomando conta pra eles treinarem direito e ganharem o próximo jogo pra sermos cãopeões!! :)
Se bem que nem estão treinando aqui. Mas vale a intenção!! hahahaha
Beijos especiais pra Tia Helinha e cia.
beijos, cheiros e lambs
tiavó e Stitch


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therossi On 27/11/2009

é um cd, de uma banda de metal q eu am demais rs, tenta ir ver o filme , é muito bom msm, eu amei. bjinhos


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sargita On 26/11/2009

Ixxi isso chega dá uma dor no care quando eu lembro que minha Madona tava mal.. graças a Deus ela tá gorda,safada e grande! =D rs..


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dlog_do_stitch On 26/11/2009

Tia Pri e Tia Carol
Papai do Céu estava precisando de filhotinhos para alegrar o céu!!
Eles estão bem!!
Mas realmente adoção de filhote é sempre cãoplicada!
Força aí!
beijos, cheiros e lambs
tiavó e Stitch


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amordebicho On 26/11/2009

...sentimento diferente de carinho... Foi e ainda é dificil de aceitar, mas temos que tocar a vida, pois existem muitos precisando. Em alguns momentos, dá vontade de desistir, pois se trata de sofrimentos que acho que não irei suportar, mas lembro do amor que sinto pela causa animal e que, enquanto eu tiver vida, continuarei ajudando esses irmãozinhos sofridos e esquecidos por muitos. Carol”.


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amordebicho On 26/11/2009

...tive que tirar e dar o soro na boca, de 1 em 1 hora. Em torno de 21:30, ele começou a piorar, tendo espasmos e agonizando. Por telefone o vet deu orientações necessárias, advertindo que provavelmente ele não resistiria. Não aguentei a situação e o levei a uma clinica 24 horas, p/ tentar colocar o soro novamente e, chegando lá, foi passado um coquetel com proteínas, pois ele precisava se alimentar. Ficamos um tempo lá e depois seguimos p/ casa com ele. Passei a noite ao lado de Pepe, batizado por mim, velando seu sono p/ que não tirasse o soro. Fiquei ao lado dele até as 5hs da manhã, quando pedi que meu esposo o olhasse um pouco p/ eu descansar. Acordei com Pepe aos gritos. O soro havia saído novamente. Corri novamente p/ a clinica 24 horas...o vet não encontrou a veia e a solução seria perfurar o osso. Como iria causar muito sofrimento, preferi voltar ao nosso vet de confiança. Pepe foi internado novamente e foi diagnosticado c/ DOENÇA DO CARRAPATO, necessitando de sangue urgente, porém não tinha a bolsa p/ fazer a transfusão. Fomos em busca de uma... e nada. Pepe não agüentou tantas adversidades, vindo a falecer as 11 horas da manhã. Pra mim foi uma dor tremenda, chorei feito criança, não conseguia me controlar, pois eu acreditava que ele iria sobreviver, pois tinha resistido a uma noite longa... Já faz alguns dias que isso ocorreu, mais pra mim ainda é dificil lembrar e não me emocionar, pois todos são especiais, mais PEPE, desde o dia que nasceu, me despertou um...


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amordebicho On 26/11/2009

“Certo dia, a fim de formalizar duas adoções dos filhotes de Malu, Dodó foi lá em casa buscar 2 deles, um macho e uma fêmea. Fui até o canil e os escolhis. Naquele momento, me deu um aperto tão grande no coração, uma sensação ruim, como se fosse um caminho sem volta. Entreguei-os a Dodó e, quando ela foi embora, me acabei de chorar... meu marido ficou sem reação. Passei 2 dias ainda triste, mas segui adiante. Mais ou menos uns 4 dias depois, recebi a noticia de que a branquinha da foto havia morrido e q o machinho estava muito doente. Fiquei zonza, sem acreditar no que ouvia. Liguei pro novo dono e procurei saber o que acontecia: ele me disse que ele estava molinho, sem comer e com diarréia. Pedi que desse soro caseiro e fui informada de que haviam dado leite com água de coco. Me aperriei mais ainda, pois sabemos que o leite comum não deve ser dado nestes casos. Então, decidi ir buscá-lo, pois não queria arriscar perdê-lo. Corri na hora do almoço e, chegando lá, o encontrei molinho num canto da parede no chão frio. Coloquei-o dentro da casinha e corri pro nosso veterinário de confiança, que o examinou, coletou sangue e o deixou internado, já que não estava se alimentando e desidratado. No final do dia, recebi a ligação de Juliana me falando da possibilidade de levá-lo pra casa, visto que ele iria passar a noite sozinho na clinica e que poderia sair o soro. Foi o que fiz: levei pra casa e fiquei de olho, mas, num momento que saí de perto, o cano saiu e, como havia obstruído...





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